Só na Cachaça

jul 03

Drogas Vs árvores

As vezes juntar árvores com drogas pode não ser um bom negócio. Nas imagens abaixo foram desenhadas algumas situações de pessoas reagindo com as árvores ou melhor interagindo.

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Escrito por mickey

mai 30

Eis uma questão a ser discutida, será que a maconha é uma evolução ou atraso para a humanidade, se liberada pelos governantes.

Escrito por mickey

mai 21

Após tentar internar o filho usuário de drogas, mãe o acorrentou em casa. Segundo a polícia, mãe não será indiciada, pois adolescente não foi maltratado.

“Bastou um ano para que a primeira experiência com o crack virasse um vício sem limites”, relata a mãe do adolescente, Cristina de Cássia dos Santos. “Começou a sumir coisas de casa. Perguntei e ele dizia, emprestei para um colega, ele vai entregar mais tarde. Sumiram tênis, calças, blusas”, completa. Com um mandado judicial, a mãe tentou internar o adolescente em uma clínica, mas ela não aprovou as instalações do local. Por isso, na semana passada tomou uma atitude desesperada. “No outro dia, fui ao armazém, comprei a corrente, acordei-o e falei, a partir de hoje vou acorrentar você porque não agüento mais. Ele falou, pode acorrentar porque não agüento mais sofrer”, conta Cristina. A corrente foi fixada na parede e a outra ponta em um dos pés do menino. Ele podia ter acesso à sala, ao quarto e ao banheiro. Preso, passou a se sentir mais seguro. “Não vejo a cara dos amigos, não vejo ninguém para oferecer dinheiro para ir lá comprar”, afirma o adolescente. A prisão durou seis dias. Nesta terça-feira (20), o Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram até a casa e pediram que o jovem fosse libertado. Segundo o delegado Wellinton Clair de Castro, a mãe não deve ser indiciada. “Ele permitiu que fosse acorrentado. Tinha acesso a todos os cômodos da casa e recebia as refeições. Não foi maltratado, por isso a mãe não pode ser incriminada”, explica. O adolescente fez exames em um hospital que vão comprovar se ele foi vítima de violência. Nesta quarta-feira, ele será levado para um centro de recuperação. Apesar do sofrimento, o jovem não condena a atitude da mãe. “Ela é mãe, está fazendo para o meu bem. Nenhuma mãe quer ver o filho assim morrendo nas drogas”, diz o adolescente.

Escrito por mickey

abr 17

Ou Maconha Faz Mal?

No geral, não. A maioria das pessoas não gosta dos efeitos e as afirmações de que a erva, por ser “natural”, faz bem, não passam de besteira. Outros adoram e relatam que ela ajuda a aumentar a criatividade, a relaxar, a melhorar o humor, a diminuir a ansiedade. É inevitável: cada um é um.

O uso medicinal da maconha é tão antigo quanto a maconha. Hoje há muitas pesquisas com a cannabis para usá-la como remédio. Segundo o farmacólogo inglês Iversen, não há dúvidas de que ela seja um remédio útil para muitos e fundamental para alguns, mas há um certo exagero sobre seus potenciais. Em outras palavras: a maconha não é a salvação da humanidade. Um dos maiores desafios dos laboratórios é tentar separar o efeito medicinal da droga do efeito psicoativo – ou seja, criar uma maconha que não dê “barato”. Muitos pesquisadores estão chegando à conclusão de que isso é impossível: aparentemente, as mesmas propriedades químicas que alteram a percepção do cérebro são responsáveis pelo caráter curativo. Esse fato é uma das limitações da maconha como medicamento, já que muitas pessoas não gostam do efeito mental. No Brasil, assim como em boa parte do mundo, o uso médico da cannabis é proibido e milhares de pessoas usam o remédio ilegalmente. Conheça alguns dos usos:

Câncer - Pessoas tratadas com quimioterapia muitas vezes têm enjôos terríveis, eventualmente tão terríveis que elas preferem a doença ao remédio. Há medicamentos para reduzir esse enjôo e eles são eficientes. No entanto, alguns pacientes não respondem a nenhum remédio legal e respondem maravilhosamente à maconha. Era o caso do brilhante escritor e paleontólogo Stephen Jay Gould, que, no mês passado, finalmente, perdeu uma batalha de 20 anos contra o câncer (leia mais sobre ele). Gould nunca tinha usado drogas psicoativas – ele detestava a idéia de que interferissem no funcionamento do cérebro. Veja o que ele disse: “A maconha funcionou como uma mágica. Eu não gostava do ‘efeito colateral’ que era o borrão mental. Mas a alegria cristalina de não ter náusea – e de não experimentar o pavor nos dias que antecediam o tratamento – foi o maior incentivo em todos os meus anos de quimioterapia”.

Aids - Maconha dá fome. Qualquer um que fuma sabe disso (aliás, esse é um de seus inconvenientes: ela engorda). Nenhum remédio é tão eficiente para restaurar o peso de portadores do HIV quanto a maconha. E isso pode prolongar muito a vida: acredita-se que manter o peso seja o principal requisito para que um soropositivo não desenvolva a doença. O problema: a cannabis tem uma ação ainda pouco compreendida no sistema imunológico. Sabe-se que isso não representa perigo para pessoas saudáveis, mas pode ser um risco para doentes de Aids.

Esclerose múltipla - Essa doença degenerativa do sistema nervoso é terrivelmente incômoda e fatal. Os doentes sentem fortes espasmos musculares, muita dor e suas bexigas e intestinos funcionam muito mal. Acredita-se que ela seja causada por uma má função do sistema imunológico, que faz com que as células de defesa ataquem os neurônios. A maconha alivia todos os sintomas. Ninguém entende bem por que ela é tão eficiente, mas especula-se que tenha a ver com seu pouco compreendido efeito no sistema imunológico.

Dor - A cannabis é um analgésico usado em várias ocasiões. Os relatos de alívio das cólicas menstruais são os mais promissores.

Glaucoma - Essa doença caracteriza-se pelo aumento da pressão do líquido dentro do olho e pode levar à cegueira. Maconha baixa a pressão intraocular. O problema é que, para ser um remédio eficiente, a pessoa tem que fumar a cada três ou quatro horas, o que não é prático e, com certeza, é nocivo (essa dose de maconha deixaria o paciente eternamente “chapado”). Há estudos promissores com colírios feitos à base de maconha, que agiriam diretamente no olho, sem afetar o cérebro.

Ansiedade - Maconha é um remédio leve e pouco agressivo contra a ansiedade. Isso, no entanto, depende do paciente. Algumas pessoas melhoram após fumar; outras, principalmente as pouco habituadas à droga, têm o efeito oposto. Também há relatos de sucesso no tratamento de depressão e insônia, casos em que os remédios disponíveis no mercado, embora sejam mais eficientes, são também bem mais agressivos e têm maior potencial de dependência.

Dependência - Dois psiquiatras brasileiros, Dartiu Xavier e Eliseu Labigalini, fizeram uma experiência interessante. Incentivaram dependentes de crack a fumar maconha no processo de largar o vício. Resultado: 68% deles abandonaram o crack e, depois, pararam espontaneamente com a maconha, um índice altíssimo. Segundo eles, a maconha é um remédio feito sob medida para combater a dependência de crack e cocaína, porque estimula o apetite e combate a ansiedade, dois problemas sérios para cocainômanos. Dartiu e Eliseu pretendem continuar as pesquisas, mas estão com problemas para conseguir financiamento – dificilmente um órgão público investirá num trabalho que aposte nos benefícios da maconha.

AGORA A CONTRA PARTIDA

Maconha Faz Mal?

Fonte: Duvidosa

Escrito por mickey

abr 17
Ou Maconha faz bem ?

Ta aí uma pergunta que vem sendo feita faz tempo. Depois de mais de um século de pesquisas, a resposta mais honesta é: faz, mas muito pouco e só para casos extremos. O uso moderado não faz mal. A preocupação da ciência com esse assunto começou em 1894, quando a Índia fazia parte do Império Britânico. Havia, então, a desconfiança de que o bhang, uma bebida à base de maconha muito comum na Índia, causava demência. Grupos religiosos britânicos reivindicavam sua proibição. Formou-se a Comissão Indiana de Drogas da Cannabis, que passou dois anos investigando o tema. O relatório final desaconselhou a proibição: “O bhang é quase sempre inofensivo quando usado com moderação e, em alguns casos, é benéfico. O abuso do bhang é menos prejudicial que o abuso do álcool”.

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Escrito por mickey

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