mai 29
Na igreja de Sedlec eles tem um ossário onde os restos humanos viraram cálice, pirâmide, brazão entre muitos outros. Ela foi fundada em 1142. sinistro surgiu para lembrar a vaidade da vida humana, a presença constante da morte e os verdadeiros valores da eternidade. Estima-se que compreende os restos de cerca de quarenta mil pessoas.maior e mais antiga ossário Tcheco.
Muito mórbido e estranho…
Muito mórbido e estranho…




































maio 29th, 2008 at 6:46 pm
eh bonito, masi deve dar arrepio de ver!!
maio 29th, 2008 at 6:46 pm
caraca, q medo!!
mas esse ossário é de uma igreja católica?
x.x
http://semtosquices.blogspot.com/
maio 30th, 2008 at 7:27 am
É quase uma tradição na igreja católica usar ossos para simbolizar a simplicidade. A imagem original de S. Francisco de Assis é um monge com um crânio na mão. Agora, o que não é coerente é uma escultura de ossos ao lado de um castiçal de ouro… rs
E eu já vi isso.
é mole?
maio 30th, 2008 at 12:23 pm
Nossa..interessante
Uma mistura de macabro com beleza…
Abraço.
Saudações Vascaínas!http://vasconautas.blogspot.com
maio 30th, 2008 at 12:32 pm
Bom, eu não entraria lá.
É algo um tanto deprimente e acredito que o local em que os cristãos se reúnam é para celebrar a vida e não a morte. Pois Jesus morreu sim, mas ressuscitou para que tenhamos vida.
maio 30th, 2008 at 12:35 pm
no mínimo macabro…
heheheheheheeh
mas parece ser bem feita.
flw
julho 2nd, 2008 at 3:42 pm
Acho isso um absurdo.. expor os ossos das pesssoas que já se foram de uma forma tão ridicula.. descupem-me os que acham interessante.. é apenas a minha opinião!
julho 11th, 2008 at 6:58 pm
Sou católico. Sabia da Igreja atraves de livros. Nunca tinha visto. Agora que vi, fiquei impressionado pela criatividade do ser humano para mostras a todos nos mortais que nesta vida o que somos e o que temos são somente ossos. O que esta Igreja católica nos fala atraves deste ossos exposto é que a vida só tem sentido quando buscamos e adoramos a Deus, Jesus e amamos nossos irmãos. O resto é só ossos secos e sem vida. Gostei do trabalho apresentado. Abraços!